sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

PALAVRAS, mortas pelo nascimento.


Esses escritos foram resultado de uma paixão não correspondida
Paralelos, há palavras que movem, o caminho se torna reto. 
Há palavras que rasgam.  O caminho se torna denso. 
Há palavras que destroem quando imediatamente os passos voltam caminhos recuados. 
Há palavras que escondem o que querem dizer.
O gesto denúncia, movem-se os desejos como placas tectônicas aguardando pelo movimento irremediável.
Há palavras. Palavras não ditas. Essas Interpretam sorrisos gélidos paralítico mortos pelo nascimento.
Tempos idos. Palavras sussurradas no olhar. Há Vidas em Caminhos entrelaçados de interpretações. Silêncios de intenções. 
Momentos quando o Hiato ligado ao verbo o caminho  torna cor em artifício. 
O qual daquele o silêncio traduz o caminho faz poesia.  
Alguns caminhos querendo nunca chegam existir.

Por isso eu escrevo

Há dias que como hoje as vezes sol, as vezes chuva e quanto chuva o desejo de ir pra Pasárgada e descobri que Pasárgada é tua casa e que o...