terça-feira, 1 de outubro de 2013

Cabernet Sauvignon (Terena Cunha e Abrão Castro).


Nesse poema imaginamos o caminho que uma lágrima percorreria dos olhos até a pétala.




ORIGINAL!
Nem mesmo se o tempo parasse agora e a noite dormisse num sono profundo as gotas de orvalho na pétala da flor a sedução se renderia impermeável sob a pálpebra difusa a visão profunda da íris coberta a gravidade conduzia cai e cala sereno suave sauvignon pigmentando a maça até encontrar o sabor encarnado nos seus lábios carmim.


PASSADO A LIMPO!
Nem mesmo se o tempo parasse agora
E a noite dormisse jaz um sono profundo

As gotas de orvalho á pétala da flor
Impermeável a sedução se renderia

Cai e cala,  a visão profunda
Difusa sob a pálpebra noturna  

sereno cabernet sauvignon
Da íris coberta a gravidade conduzida

A maça o encontro pigmenta o sabor piapara
Seus  lábios nus pelos meus dançam carmim  

https://www.youtube.com/watch?v=_r1kTf1ScmE&list=PLOi9mPv6xQlodCOcPu1wefrgsMMgec3Qr

Por isso eu escrevo

Há dias que como hoje as vezes sol, as vezes chuva e quanto chuva o desejo de ir pra Pasárgada e descobri que Pasárgada é tua casa e que o...