domingo, 27 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
ME tira o Ar
Vc me deixa no lugar mais inseguro
que uma garota pode estar
nas mãos de alguem
q ñ tem hora pra voltar
Vc me deixa no lugar mais sublime
MAIS uma vez Vc vem
mostrar tudo
q eu deixo escondido
vc sabe encontrar
te recebo de braços abertos
eu deixo vc entrar
Esses são os nossos
melhores momentos
melhores momentos
nenhum momento tem mais valor
daquele q tememos nao durar
nenhum deleite é mais intenso
daquele q sabemos nao ficar
vC ME deixa no lugar mais sublime
no lugar mais inseguro que uma garota pode estar
nas maos de alguém q tem nao tem hora pra voltar
me da o teu teu fôlego
me tira o ar
fico suspensa
a margem do intangível
a margem do intangível
marcada com teu suor
sedada em perigo,
com teu veneno sem antídoto,
sinto dores pelo corpo todo
isso nao tem cura, nem qro q tenha
eu nao mudaria nada sobre isso.
nao é q vc tenha me surpreendido
fui eu q te dei a chance
Qro o ultimo minuto com vc
até as horas de solidão
é bom quando estamos juntos,
mas é ainda melhor quando estou sozinha
vc não vai entender
mas eu deixo me explorar
como uma criança de tarde vazia
a procura de mundos desconhecidos
em gavetas proibidas
a procura de mundos desconhecidos
em gavetas proibidas
algo que possa surpreende-lo
Sou eu, eu sei,
vc vai explorar
e quando achar algo surpreendente
vc vai explorar
e quando achar algo surpreendente
irá se satisfazer, fechar a gaveta,
virar as costas e ir embora
antes que alguém te pegue
virar as costas e ir embora
antes que alguém te pegue
Nao ligo q va embora,
gosto de ficar sózinha
gosto de ficar sózinha
criando coisas novas
com as descobertas
q vc me faz
com as descobertas
q vc me faz
sexta-feira, 4 de março de 2011
ABISmO TRiSTE PROFuNDO.
Um dia achei um poema que meu pai fez pra mim quando eu nasci, eu ja estava com 20 anos quando o lia pela primeira vez. Entrei em choque.
Fiquei profundamente tocada, pois tudo o que estava escrito era aquilo q eu estava passando naquele momento, chorei, chorei muito por deixar tudo aquilo acontecer comigo.
Aquelas palavras não saiam de mim, então começei a escrever pra me libertar daquilo, fui dormir triste, triste como se jamais pudesse voltar a ser feliz novamente.
Assim nasceu o ABISmO TRISTE PROFuNDO e só consegui perdoar depois de entrar no palco do cursinho da poli carregada coberta por sacos de lixo ao som de Carmina Burana e interpretar pra diversos desconhecidos, só assim aquilo saiu de mim.
Saiba! Saiba que me tornaste abismo
triste, profundo
Jogado, celado, amargurado
Me arrancaste a inocência
tornando obscura minha alma
com a sua doença
Me tiraste a calma,
agora quer perdão! Como?
Se ja morri, se ja me mataste
Saiba que o condeno
Viverás a sombra do teu arrependimento
Comerás remorsio
Sonharás intentos, tormentos
Não terás paz
Só o perdoarei quando não mais vc for
só o perdoarei quando ver
só quando vc na terra a se decompor
e a terra torna-se-a negra de desgosto
cuspirá colera ao sentir teu gosto
Espalhará por ela doença e contaminação
Só o perdoarei quando ver
o seu corpo rasgado
o seu ser mutilado
Quando dessa forma for
o perdoarei, quando não mais vc for
sem que assim precise perdoa-lo
pois ja estará morto.
OBS: Aos homens de plantão, jamais despertem a fúria de uma mulher...rs
Fiquei profundamente tocada, pois tudo o que estava escrito era aquilo q eu estava passando naquele momento, chorei, chorei muito por deixar tudo aquilo acontecer comigo.
Aquelas palavras não saiam de mim, então começei a escrever pra me libertar daquilo, fui dormir triste, triste como se jamais pudesse voltar a ser feliz novamente.
Assim nasceu o ABISmO TRISTE PROFuNDO e só consegui perdoar depois de entrar no palco do cursinho da poli carregada coberta por sacos de lixo ao som de Carmina Burana e interpretar pra diversos desconhecidos, só assim aquilo saiu de mim.
Saiba! Saiba que me tornaste abismo
triste, profundo
Jogado, celado, amargurado
Me arrancaste a inocência
tornando obscura minha alma
com a sua doença
Me tiraste a calma,
agora quer perdão! Como?
Se ja morri, se ja me mataste
Saiba que o condeno
Viverás a sombra do teu arrependimento
Comerás remorsio
Sonharás intentos, tormentos
Não terás paz
Só o perdoarei quando não mais vc for
só o perdoarei quando ver
só quando vc na terra a se decompor
e a terra torna-se-a negra de desgosto
cuspirá colera ao sentir teu gosto
Espalhará por ela doença e contaminação
Só o perdoarei quando ver
o seu corpo rasgado
o seu ser mutilado
Quando dessa forma for
o perdoarei, quando não mais vc for
sem que assim precise perdoa-lo
pois ja estará morto.
OBS: Aos homens de plantão, jamais despertem a fúria de uma mulher...rs
quinta-feira, 3 de março de 2011
NA MARRA
Escritos antigos
Por um tempo eu repreendi meu desejo,
omiti a intenção de me entregar
sem pesos do compromisso, apenas arriscar,
por mais q resistisse, ñ houve escolha pq me pegou na MARRA
e se aproveitou tirando vantagem da sua força
contra minha fragilidade sem chances de revidar
e fez de mim o q bem quis sem nem perguntar.
Evitei te olhar nos olhos com medo de me aventurar
Mas agora eu aprendi, nao vou mais perder qualquer extase q
por ventura possa desvendar.
terça-feira, 1 de março de 2011
DILúVIO, Dores Prazerosas
atras de vc como vício em fúria
trajetos de dilúvios em destruição
trajetos de dilúvios em destruição
vc tranquilo como expectador
diante da erupção em ponto de eclosão
Excede o suficiente de uma dose necessária
extinguindo o ápice na última gota do cálice
saciada, supro o vício, tão logo devaneio, longe satisfaço
após a dose medida, não obstante, permaneço desfeita
Qria te dar um soco pra ver se deixa de descaso
mas consumo cada grama em fissura insaciada
afim de alimentar meu vicio de vc desgraçado
Extase e amargura despido de pudor
À sutil margem da dor
A amargura no limite do prazer.
O prazer noo limite da dor.
em Tênue fronteira,
à margem do improvável
nem mesmo sei onde estou.
afim de alimentar meu vicio de vc desgraçado
Extase e amargura despido de pudor
À sutil margem da dor
A amargura no limite do prazer.
O prazer noo limite da dor.
em Tênue fronteira,
à margem do improvável
nem mesmo sei onde estou.
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