quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Meu TEMPERAMENTO MELANCOLICO



Meu TEMPERAMENTO MELANCOLICO É um temperamento analítico, abnegado, bem dotado e perfeccionista. Isto o faz admirar as belas artes. É introvertido por natureza. Mas as vezes é levado por seu ânimo a ser extrovertido. Outras vezes enclausura-se como caramujo, chegando a ser hostil. É amigo fiel, mas não faz amigo facilmente, por ser desconfiado. Tem habilidade de analisar os perigos que o envolve. Força-se a sofrer e sempre escolhe uma vocação difícil, que envolva grande sacrifício pessoal. Muitos dos grandes gênios do mundo, artistas, músicos, inventores, filósofos, educadores e teóricos, eram melancólicos. Podemos ver estas características em personagens bíblicos de projeção como, Moisés, Elias, Salomão, o apóstolo João e muitos outros.
Vejamos suas forças e fraquezas:
Forças: Habilidoso, delicado, leal, idealista e minuncioso…
Fraquezas: Egoísta, amuado, pessimista, confuso, antisocial e vingativo

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Lacunas Proibidas





desintegra  impenetrável cada  átomo indivizivel a materia bruta
                                                                            bebi teu  sangue  ainda quente
cobri todo meu corpo  dele estancado
vc surgiu das lacunas proibidas e intocáveis 
deixadas de lado, no esquecimento de abandonos 
histéricos e loucos

Lutei contra tudo quanto pude, permaneci por um tempo 
envolta a muros e escudos, temendo a territórios desconhecidos
espiando de longe as matanças sanguinárias

mas diante a guerra, vc nem quis saber
desrespeitou como um bárbaro
todas as regras e comprometimentos
leis e conveniências

matou  todos inimigos a sangue frio
que me impediam de chegar até vc
me tocou com o sangue de mortos e feridos

estremeci, desnuda entregue enfim, cansada de lutar, 
jogada ao caes, entregue ao caos

bebi teu  sangue  ainda quente
cobri todo meu corpo  dele estancado
embebida da tua furia, tua sede e teu suor 

vc  se tornou meu produto tóxico e meu antídoto  
oscilando entre ciclos de prazer e desalento
tecendo descaminhos , imersa em correntes
perdida nos náufragos e tempestades

deixo a tempestade entrar, entao o tempo se abri
e traz de volta a fantasia e o encanto
de sonhos perdidos q o tempo enterrou

Vc me deixa no lugar mais temível
num lugar onde é preciso ter coragem
porque tudo possível,  intenso e inesquecível

por pouco eu estive a ponto de permanecer estática 
como move 1 armadura q antes encontrava
mas por amor, por loucura o aço inoxidavel, protons e íons 
desintegra  impenetrável cada  átomo indivizivel a materia bruta
  

cansada do previsível de planos conduzidos
entregue a qualquer risco, qualquer dor possível
sem medo das lágrimas inseguras, nunca foi tão bom

domingo, 3 de abril de 2011

Terena Chegou

POEMA QUE DEU ORIGEM AO ABiSMO TRISTE PROFUNDO  postado aqui nesse blog
Achei o poema que meu pai, Marlei Cunha
http://www.costaricanet.com.br/?pagina=mat.visual&m=9710&u=75&vr1=9
fez pra mim no dia que nasci, num papel amarelado ainda daqueles da época da máquina de escrever, datilografado e reforçado com caneta por cima, pela tinta que denúncia uma fita ja gasta pelo gosto dos registros que herdei do meu pai.


Viva!
Viva a tua infância
Brincando, dançando
as cantigas de roda e tecendo
as linhas retas e curvas

não tenha medo
da bestialidade dos adultos,
das profecias maléficas dos crentes
da verdade de todos os guardiões

os gibis , as historinhas e cada notícia
mostrará caminhos e rondarão
teus valores destorcendo a verdade
tentarão imopr o bem e o mal

crescera e encontrará
teorias que alastram
e
e tantos desencontros
guerras
golpes e ambições
mesquinhas triunfando

dorme Terena embalada
pelos ruidos dos motores,
ferros rangendo, ndas sonoras
estrondosas. Aviões rompendo
A atmosfera entoando até a noite
transformar tudo em pontos luminosos

Fuligem no ar negro
vapores, resíduos saidos
dos escapamentos formarão nuvens.
Conviverá e adapetará?

Terena gerada
nas lotações do horários útil
nos apertos dos ônibus lotados,
no trânsito engarrafado.

Na rotina de todos os dias
os tributos vencidos e cobrados
com multas e juros,
o tétrico a dois e as notas
promessórias vencidas e protestadas

Atenção! A tensão
a tem, vão e vã razão
desde os primeiros momentos
da pulsação dos teu coração.

Marlei Cunha.

sábado, 5 de março de 2011

ME tira o Ar



Vc me deixa no lugar mais inseguro
que uma garota pode estar
nas mãos de alguem 
q ñ tem hora pra voltar
Vc me deixa no lugar mais sublime





MAIS uma vez Vc vem  
mostrar tudo 
q eu deixo escondido
vc sabe encontrar

te recebo de braços abertos
eu deixo vc entrar 
Esses são os nossos
melhores momentos

nenhum momento tem mais valor 
daquele q tememos nao durar
nenhum deleite é mais intenso
daquele q  sabemos nao ficar




vC ME deixa no lugar mais sublime
no lugar mais inseguro que uma garota pode estar
nas maos de alguém q tem nao tem hora pra voltar

me da o teu teu fôlego
me tira o ar

fico  suspensa
a margem do intangível
marcada com teu suor




sedada em perigo,
com teu veneno sem antídoto,
sinto dores pelo corpo  todo 
isso nao tem cura, nem qro q tenha
eu nao mudaria nada sobre isso.

nao é q vc tenha me surpreendido
fui eu q te dei a chance
Qro o ultimo minuto com vc
até as horas de solidão

é bom quando estamos juntos, 
mas é ainda melhor quando estou sozinha 




vc  não vai  entender
mas eu  deixo me explorar
como uma criança de tarde vazia
a procura  de mundos desconhecidos
em gavetas proibidas
algo que possa surpreende-lo

Sou eu, eu sei,
vc vai  explorar
e quando achar algo surpreendente
irá se satisfazer, fechar a gaveta,
virar as costas e ir embora
antes que alguém te pegue

Nao ligo q va embora,
gosto de ficar sózinha
criando coisas novas
com as descobertas
q vc me faz


sexta-feira, 4 de março de 2011

ABISmO TRiSTE PROFuNDO.

Um dia achei um poema que meu pai fez pra mim quando eu nasci, eu ja estava com 20 anos quando o lia pela primeira vez. Entrei em choque.

Fiquei profundamente tocada, pois tudo o que estava escrito era aquilo q eu estava passando naquele momento, chorei, chorei muito por deixar tudo aquilo acontecer comigo.

Aquelas palavras não saiam de mim, então começei a escrever pra me libertar daquilo, fui dormir triste, triste como se jamais pudesse voltar a ser feliz novamente.

Assim nasceu o ABISmO TRISTE PROFuNDO e só consegui perdoar depois de entrar no palco do cursinho da poli carregada coberta por sacos de lixo ao som de Carmina Burana e interpretar pra diversos desconhecidos, só assim aquilo saiu de mim.




Saiba! Saiba que me tornaste abismo
triste, profundo
Jogado, celado, amargurado

Me arrancaste a inocência
tornando obscura minha alma
com a sua doença

Me tiraste a calma,
agora quer perdão! Como?
Se ja morri, se ja me mataste

Saiba que o condeno
Viverás a sombra do teu arrependimento
Comerás remorsio
Sonharás intentos, tormentos
Não terás paz

Só o perdoarei quando não mais vc for
só o perdoarei quando ver
só quando vc na terra a se decompor
e a terra torna-se-a negra de desgosto
cuspirá colera ao sentir teu gosto

Espalhará por ela doença e contaminação

Só o perdoarei quando ver
o seu corpo rasgado
o seu ser mutilado

Quando dessa forma for
o perdoarei, quando não mais vc for
sem que assim precise perdoa-lo
pois ja estará morto.

OBS: Aos homens de plantão, jamais despertem a fúria de uma mulher...rs

quinta-feira, 3 de março de 2011

NA MARRA

Escritos antigos


Por um tempo eu repreendi meu desejo, 
omiti a intenção de me entregar
sem pesos do compromisso, apenas arriscar,
por mais q resistisse, ñ houve escolha pq me pegou na MARRA
e se aproveitou tirando vantagem da sua força
contra minha fragilidade sem chances de revidar 
e fez de mim o q bem quis sem nem perguntar.

Evitei te olhar nos olhos com medo de me aventurar
Mas agora eu aprendi, nao vou mais perder qualquer extase q
por ventura possa desvendar. 



terça-feira, 1 de março de 2011

DILúVIO, Dores Prazerosas


  Conflito em doses, Dores Prazerosas
Percorro  trilhos instáveis
atras de vc como vício em fúria
trajetos de dilúvios em  destruição

vc tranquilo como expectador
diante da erupção em ponto de eclosão 

Excede o suficiente de uma dose necessária
extinguindo o ápice na última gota do cálice 

saciada, supro o vício, tão logo devaneio, longe satisfaço
após a dose medida, não obstante,  permaneço desfeita


Qria te dar um soco pra ver se deixa de descaso
mas consumo cada grama em fissura insaciada 
afim de alimentar meu vicio de vc desgraçado


Extase e amargura despido de pudor
À sutil margem da  dor
A amargura no limite do prazer.
O prazer noo limite da dor. 
em Tênue  fronteira,
à margem do improvável
nem mesmo sei onde estou.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

PARADIGMA

                                      Questionamentos inquietos 
  

Qro viver, ser livre e amar
Nao como antes sentia
Diferente como Tudo ficou

Vou cair em tentação, ficar no lugar onde sempre julguei
Aguem pode entender?
eu quero, nao qro ser só o q os olhos estão habituados a ver
quero algo notável, livre como poucos ousaram estar

Quantas mentiras inventadas colocadas como realidade?
Quantas realidades no lugar da fantasia intocável?
Vc tem coragem de olhar pra vc mesmo ou fica satisfeito quando ve pouco mais do que a superfície do espelho? Se contenta?
Até onde  permite seu reflexo mostrar, a mentira inventada ou a verdade intocável?

As coisas estão ficando muito fora do lugar ou elas estão entrando nos eixos.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

PELOS ARES DO ACASO

Essa poesia foi inspirada em meio a um romance desvendável inconsumado e proibido. Para a primeira pessoa por que me apaixonei perdidamente.
Beijos jogados pelos ares escritos do acaso entre linhas 
contornadas de riscos rabiscados interrompido por palavras
que sé querem dizer teu nome.

Meu trajeto segue tua direção nas palavras dos
teus passos pelos ares beijos do acaso datilografados
por voce marcam em meus lábios rascunhos infundados.


Cada palavra uma marca que deixa mais profunda a 
lembrança do olhar que escreve errado rascunhos
infundados.


Compostos pelos ares beijos do acaso entre linhas infinitas
que não sabem o que querem, o que dizem nem onde 
chegar, são rascunhos infundados que escrevem sem 
cessar.


Rascunhos que só eu e voce sabem como aproveitar.
Nós, equilibristas de Linhas em fins de infinito, nosso beijo escrito
em rascunhos infundados jogados pelos ares do acaso.
Inesquecível! Ainda guardo teus rascunhos. 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

VICERAS EXPOSTAS

                                        
Essa poesia foi baseada num romance colérico inconsequente , perigoso e ameaçador onde vc é muito menos importante do que a pessoa pra quem vc se doa.

                                       Essa espera de ti  dilacera, expõe as viceras aos abutres.
Tão longo torna-se tudo quanto existe,
aguardo compulsiva o retorno
na cólera da ânsia rejeitada.

O tempo fechou Amargo meu desejo de retorno.
Na seiva amarga fico doce
imerssa como algo que de tudo ruim
se torna bom porque infindável.

Antes o infinito colérico da espera
do que o findar da certeza,

porque onde há incertezas
existe a fagulha da chama

 e onde há certezas só
 as cinzas do incêndio.

Por isso eu escrevo

Há dias que como hoje as vezes sol, as vezes chuva e quanto chuva o desejo de ir pra Pasárgada e descobri que Pasárgada é tua casa e que o...