sábado, 26 de fevereiro de 2011

PELOS ARES DO ACASO

Essa poesia foi inspirada em meio a um romance desvendável inconsumado e proibido. Para a primeira pessoa por que me apaixonei perdidamente.
Beijos jogados pelos ares escritos do acaso entre linhas 
contornadas de riscos rabiscados interrompido por palavras
que sé querem dizer teu nome.

Meu trajeto segue tua direção nas palavras dos
teus passos pelos ares beijos do acaso datilografados
por voce marcam em meus lábios rascunhos infundados.


Cada palavra uma marca que deixa mais profunda a 
lembrança do olhar que escreve errado rascunhos
infundados.


Compostos pelos ares beijos do acaso entre linhas infinitas
que não sabem o que querem, o que dizem nem onde 
chegar, são rascunhos infundados que escrevem sem 
cessar.


Rascunhos que só eu e voce sabem como aproveitar.
Nós, equilibristas de Linhas em fins de infinito, nosso beijo escrito
em rascunhos infundados jogados pelos ares do acaso.
Inesquecível! Ainda guardo teus rascunhos. 

Por isso eu escrevo

Há dias que como hoje as vezes sol, as vezes chuva e quanto chuva o desejo de ir pra Pasárgada e descobri que Pasárgada é tua casa e que o...