domingo, 27 de fevereiro de 2011

PARADIGMA

                                      Questionamentos inquietos 
  

Qro viver, ser livre e amar
Nao como antes sentia
Diferente como Tudo ficou

Vou cair em tentação, ficar no lugar onde sempre julguei
Aguem pode entender?
eu quero, nao qro ser só o q os olhos estão habituados a ver
quero algo notável, livre como poucos ousaram estar

Quantas mentiras inventadas colocadas como realidade?
Quantas realidades no lugar da fantasia intocável?
Vc tem coragem de olhar pra vc mesmo ou fica satisfeito quando ve pouco mais do que a superfície do espelho? Se contenta?
Até onde  permite seu reflexo mostrar, a mentira inventada ou a verdade intocável?

As coisas estão ficando muito fora do lugar ou elas estão entrando nos eixos.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

PELOS ARES DO ACASO

Essa poesia foi inspirada em meio a um romance desvendável inconsumado e proibido. Para a primeira pessoa por que me apaixonei perdidamente.
Beijos jogados pelos ares escritos do acaso entre linhas 
contornadas de riscos rabiscados interrompido por palavras
que sé querem dizer teu nome.

Meu trajeto segue tua direção nas palavras dos
teus passos pelos ares beijos do acaso datilografados
por voce marcam em meus lábios rascunhos infundados.


Cada palavra uma marca que deixa mais profunda a 
lembrança do olhar que escreve errado rascunhos
infundados.


Compostos pelos ares beijos do acaso entre linhas infinitas
que não sabem o que querem, o que dizem nem onde 
chegar, são rascunhos infundados que escrevem sem 
cessar.


Rascunhos que só eu e voce sabem como aproveitar.
Nós, equilibristas de Linhas em fins de infinito, nosso beijo escrito
em rascunhos infundados jogados pelos ares do acaso.
Inesquecível! Ainda guardo teus rascunhos. 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

VICERAS EXPOSTAS

                                        
Essa poesia foi baseada num romance colérico inconsequente , perigoso e ameaçador onde vc é muito menos importante do que a pessoa pra quem vc se doa.

                                       Essa espera de ti  dilacera, expõe as viceras aos abutres.
Tão longo torna-se tudo quanto existe,
aguardo compulsiva o retorno
na cólera da ânsia rejeitada.

O tempo fechou Amargo meu desejo de retorno.
Na seiva amarga fico doce
imerssa como algo que de tudo ruim
se torna bom porque infindável.

Antes o infinito colérico da espera
do que o findar da certeza,

porque onde há incertezas
existe a fagulha da chama

 e onde há certezas só
 as cinzas do incêndio.

Por isso eu escrevo

Há dias que como hoje as vezes sol, as vezes chuva e quanto chuva o desejo de ir pra Pasárgada e descobri que Pasárgada é tua casa e que o...